O evangelho nos convida a refletir sobre uma virtude essencial na vida do cristão: a castidade. É fato que um dos mandamentos da Lei de Deus é: “Não pecar contra a castidade.” Na maioria das vezes não temos noção da amplitude desse pecado, comumente designado a fornicação e masturbação, esse pecado compreende desde de leituras inapropriadas, pensamentos maliciosos até o que nós já falamos, a fornicação e a masturbação. Gostaria de refletir nesse artigo sobre a vivência dessa virtude que é essencial para todos aqueles que querem seguir a Boa Nova e já neste mundo construir o Reino de Deus.
Vamos delimitar o conceito de castidade para depois compreender como vive-la da melhor forma possível. O item 2337 do Catecismo da Igreja Católica nos elucida o que é castidade: “A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A sexualidade, na qual se exprime a pertença do homem ao mundo corporal e biológico, torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando é integrada na relação de pessoa a pessoa, na doação mútua integral e temporalmente ilimitada do homem e da mulher.”
É necessário vivermos essa virtude em função da opção de vida que fazemos, ligada também a nossa vocação. A castidade, como vimos, tem um aspecto fundamental da doação, doação essa em função do outro, tomemos dois exemplos para nos elucidar melhor: Quando um casal se casa, diz Jesus são um só corpo e uma só alma, ou seja, existe uma doação mútua de ambos os cônjuges para buscar o bem maior da felicidade do casal. O outro exemplo são os padres e religiosos que abrem mão do casamento em prol da construção mais eficaz do reino de Deus.
Peçamos a Virgem Maria, exemplo de castidade e pureza, que interceda por nós diante de Deus para nos dar o dom da castidade, para que sendo puros em nossos pensamentos, palavras e ações possamos já neste mundo o deixar mais perfeito para um dia poder gozar na eternidade com todos os Santos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário